Já deixei bem claro que sou apenas um chef amador e não necessariamente sei o que estou fazendo na maior parte do tempo. “Então de onde diabos virão as receitas?”, me perguntará o meu mais astuto leitor. E eu respondo: as receitas do NaCozinha virão de diversas fontes diferentes.
O meu guia principal é o excelente livro “Cozinha para Homens”, de Marcia Algranti. Este livro explica de uma forma muito didática sobre as coisas mais básicas que um chef precisa saber. Além disso, ele traz várias receitas para os mais diferentes pratos. Das coisas mais simples, até os mais sofisticados.
Também postarei aqui várias receitas da minha dileta tia Maria Lúcia. Ela é a única das suas três irmãs que cozinha com regularidade, qualidade e realmente gosta disso. Sempre que uma das suas sobrinhas estava para se casar, ela as presenteava com um caderno repleto de receitas caseiras que criou/aprimorou.
O problema é que nenhuma das minhas irmãs ou primas têm o menor interesse em cozinha; então eu protestei. Reclamei tanto que acabei ganhando o meu próprio, e personalizado, caderno de receitas.
Além dessas fontes básicas, também colocarei aqui algumas receitas pessoais, outras da minha digníssima namorada, e até mesmo sugestões dos amigos ou de qualquer pessoa interessada em me enviar uma receita legal.
Afinal a questão aqui não é apenas ensinar receitas, e sim mostrar que cozinhar pode ser muito divertido.
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Compre o livro “Cozinha para Homens”, e acompanhe a minha saga.
Há muito tempo queria me aperfeiçoar na cozinha. Cheguei até mesmo a procurar alguns cursos de culinária, mas a minha agenda complicada inviabilizou totalmente qualquer tipo de aula. Estava quase desistindo desse projeto, aceitando as minhas limitações gastronômicas de uma vez por todas, quando conheci a história de Julie Powell.
Julie Powell, de Nova York, passava por uma fase extremamente complicada em sua vida. Ela estava insatisfeita com seu emprego, cansada de receber pressão de todos os lados, e se viu forçada a mudar para um apartamento minúsculo na companhia do marido.
Foi então que ela encontrou um velho livro de receitas na cozinha da sua mãe: “Mastering the Art of French Cooking”, de Julia Child - uma das mais importantes apresentadoras de programas de culinária da TV norte-americana.
Meio que por acaso, Julie fez a primeira receita e se surpreendeu com o resultado. Decidiu então se impor um desafio, ela iria fazer todas as 524 receitas contidas no clássico livro de culinária e escrever um blog relatando a façanha.
Essa idéia deu tão certo que acabou resultando num livro, o “Julie & Julia”. Foi aí que tomei a minha decisão, afinal se a Julie conseguiu, eu também consigo!
Olá,
Eu sou este sujeito bonitão na foto aí em cima.
Como todo gordo, sempre adorei comer. Porém, infelizmente, meus dotes culinários são altamente limitados.
Enquanto morava com meus pais, nunca precisei cozinhar nada, era só abrir a geladeira e a comida já estava lá, prontinha para ser consumida. Foi só quando passei a morar sozinho que senti a necessidade de aprender a fazer alguns pratos.
Depois de passar seis meses a base de sanduíche e leite com nescau, percebi que isso não estava me fazendo bem. Como minha mãe não sabe nem mesmo onde fica a cozinha da casa dela, tive de procurar outras fontes para me ajudar em minha educação culinária.
Com meu pai, aprendi a fazer feijão. Com o Mano Novo, descobri como se faz arroz. Com meu ex-sogro, dominei a arte de cozinhar macarrão. E na base da tentativa e erro, acabei desenvolvendo uma farofa de ovo bem decente.
Meus erros na cozinha já se tornaram famosos. Uma vez fiz uma feijoada apelidada de “mar morto” só porque ela estava um pouquinho salgada. Outros casos clássicos são o do strogonoff “levemente cítrico” e o do arroz “juntos chegaremos lá”.
A verdade é que sou um cozinheiro bem limitado, mas estou disposto a mudar isso de uma vez por todas. Então se você gosta de cozinhar ou quer apenas acompanhar as desventuras de um chef amador, salve este endereço nos seus favoritos e volte aqui mais vezes, pois a minha educação culinária está apenas começando.








